Chegou a hora de reduzir as coleções de filmes e músicas?

Hoje eu encontrei um interessante post no Apartment Therapy sobre a redução e organização de mídias de filmes e músicas como CD’s e DVD’s, que com o tempo vão ganhando um grande espaço em nossas casas e em muitos casos ficam empilhados em estantes e armários sem uso.

No artigo existem algumas sugestões como se livrar do conteúdo ruim, transformar CD’s e DVD’s em arquivos digitais,  bem como organizar o conteúdo por tipo de arquivo, gênero e ordem alfabética, que podem deixar as coisas muito mais simples e ainda liberar um bom espaço em sua casa, mas será que os usuários estão preparados para isso?

Aqui em casa eu estou no meio deste processo de organização, e gostaria de compartilhar um pouco minha experiência começando pela coleção de CD’s de música.

Após muitos anos comprando CD’s, acumulei mais de 300 títulos, e o espaço para armazenar todas estas mídias começou a ficar um pouco complicado, mas após gravar todo este acervo em arquivos de MP3 com uma qualidade mais elevada, passei a ouvir somente o conteúdo digital do meu HD. Com o tempo acabei jogando fora as caixas dos CD’s, que foram para pastas, mas após muitos anos sem tocar nestas pastas resolvi doar toda a coleção para alguns amigos.

Além da vantagem de reduzir o espaço para guardar as mídias que foram para dois pequenos HD’s externos de Notebook, notei que passei a ouvir músicas que nem sabia que faziam parte da minha coleção ou que estavam esquecidas, deixando de passar sempre pelas mesmas músicas o tempo todo. Com o passar do tempo os 60GB da coleção de músicas começou a pesar e eu acabei decidindo experimentar um serviço de músicas na nuvem chamado Spotify, e desde então nunca mais precisei comprar CD’s ou manter arquivos de MP3 no HD, pois eu não preciso mais ter os arquivos comigo.

A troca foi realmente muito boa, pois eu acabei saindo de um acervo de 300 CD’s para arquivos de MP3 e por fim para mais 15 milhões de músicas do Spotify que estão sempre disponíveis com excelente qualidade e sem a nenhuma preocupação com backup!

Com os filmes e séries as coisas são um pouco diferentes, pois na maioria dos casos eu assisti apenas 2 ou 3 vezes cada título e encosto na estante, transformando o DVD em uma espécie de item de colecionador que ocupa espaço na casa mas raramente é utilizado. O problema é que os arquivos dos filmes e séries ficam muito grandes e acabam pedindo HD’s muito grandes, fora que em muitos casos eu acabo ficando com pena de fazer a troca do DVD original com sua bela caixa pelo arquivo digital.

Após ler o texto de hoje eu resolvi iniciar o trabalho de ripar os meus DVD’s, começando pelos filmes que praticamente não assisto, até chegar nos meus títulos preferidos. Ainda vou precisar de um tempo para substituir as mídias físicas dos DVD’s pelos arquivos digitais no HD, mas acredito que com o tempo este será o caminho natural das coisas. Quem sabe não aparece um Spotify de filmes e séries com bons lançamentos no Brasil?

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