Tablet: Objeto do desejo é o primeiro da lista de venda em caso de necessidade

Na semana passada estava conversando com uma amiga que mora nos EUA há muitos anos e após um passeio pela Europa, neste mês ainda iria fazer uma visita para a família e os amigos no Brasil, quando ela me perguntou se eu queria comprar seu iPad 2. A ideia era vender o aparelho para levantar um dinheiro para dar uma força nas despesas deste passeio pelo mundo antes de voltar para casa, mas eu comecei a pensar sobre a escolha do aparelho para a venda e cheguei na conclusão que apesar de ser um objeto do desejo de muitos usuários, na hora do aperto o tablet é o primeiro da lista de venda em caso de necessidade.

Apesar da grande evolução, na minha opinião o tablet é grande demais para ser usado como telefone (sendo que poucos contam com esta função) e ainda não pode ser um bom substituto do Notebook, o que deixa o aparelho sempre na frente na hora do aperto! Não é curioso ver um aparelho que hoje é considerado um verdadeiro objeto do desejo ser descartado com tanta facilidade para levantar um dinheiro?

Vale a pena pensar no assunto antes de comprar um tablet!!

Apple, iPad, Mobilidade, Tablet, Tecnologia

9 responses to Tablet: Objeto do desejo é o primeiro da lista de venda em caso de necessidade


  1. É porque não se tornou um item essencial com celulares e notebooks, claro que você não tem notebooks sobrando a toa e outro detalhe que é algo bem valorizado, então o lucro acaba sendo bem maior.

  2. Italo

    Acho que é meio óbvio isso. Assim como um smartphone top de linha, pra mim, também seria.

    Assim como um teclado, assim como um video game e etc…

  3. rocha1010

    Usei vários tablets e no final fiquei com um Smart 4,3″… pela mobilidade acabou tomando o lugar do tablet e do netbook que ficaram parados e resolvi vender logo. Hoje uso além do Smart 4,3″ um galaxy g70 5″ e só não passei o Smart pra frente pq o g70 não tem 3g… na hora que chegar um Smart 4,7 ou 5″ com certeza vou comprar. Muita gente acha grande 5″, mas logo vc acostuma e fica viciado. Ninguém necessita de uma telona dessas… mas se usar, não vai querer outra.

  4. Celso

    É um modismo ainda, mas com a evolução que certamente virá e aproximará mais os tablets dos notebooks, acabará se tornando útil também.

    Até agora me contive e não comprei nenhum. Os smartphones preenchem toda a minha necessidade de acesso e, por que não, diversão.

    A única coisa que me atrai nos tablets é usá-los como leitores de e-books e imagino que quando (se) cairem os preços em função da nova legislação tributária, irei comprar um de 7 polegadas, mais do que suficiente para permitir uma leitura agradável. Mas não vai ter 3G, só não abro mão do WiFi. E não estou disposto a gastar mais do que R$ 500,00 por um, com uma variação a mais ou a menos de dez por cento…

  5. Pierre

    Eu acho que cada um tem suas necessidades especificas, conheço pessoas que amam os seus Tablets e tem caso de pessoas que tem outras necessidades. Meu sogro tem 64 anos, gosta de ler jornal, navegar, enviar e-mails, jogar e assistir filmes. O iPad atendeu ele perfeitamente, gosta de mobilidade, levar o iPad para todo lugar. No meu caso especifico, sou programador, quando estou em casa, nos momentos de lazer, não desgrudo do iPad, leio bastante e gosto de ficar com o Tablet em algum lugar sentado, seja vendo um filmes, navegando, etc. O notebook é a minha máquina de trabalho, se viajo a lazer, eu levo o iPad, se a questão for trabalho eu levo o notebook. O meu caso o celular não é tão primordial, eu tenho um iPhone e um N97, mas uso mais para testar aplicativos, o meu caso especifico o smartphone não tem tanto sentido como ferramenta. Mas lógico que sei que existem milhões de pessoas que tem o smartphone como ferramenta. Quero chegar ao seguinte ponto, cada um tem uma necessidade especifica, e muitas vezes diferente da nossa.
    Mas respondendo a questão do Rodrigo, se fosse para me desfazer de um dos meus devices hoje, eu venderia o smartphone.
    O iPad e o Notebook completam as minhas necessidades, trabalhar com o Notebook e me divertir com o meu iPad.

  6. Inaldo Bastos

    Dos tablets disponíveis no mercado o único que me atraiu até agora foi a proposta diferenciada do Galaxy Tab 7″ que serve como telefone, e tem TV digital e analógica disponível, além de ser android. Não fosse por isso, nem interessaria por um tablet,
    uma vez que os smartphones suprem a questão de mobilidade, e o net/notebooks ficariam para uso doméstico.

  7. Alessandro Galvão

    Concordo com o Pierre, cada um tem suas necessidades. No meu caso, acabo de chegar de uma viagem de 1 semana a Paris, onde levei apenas o trio Canon SX20 IS, iPad e iPhone. Resolvi testar o iPad como substituto do notebook, e devo dizer que o tablet passou no teste com louvor! Usei-o como leitor de ebooks no aeroporto (iBook), para assistir um filme no voo (CineXPlayer), como mapa (Google Maps), orientador de transporte público (App do sistema de tranporte público de Paris), para aceder ao Twitter, Facebook, Gmail, home banking, para fazer upload de fotos e vídeos, para assistir tv (ligado por HDMI à tv do apart-hotel), como rádio, etc. Algumas atividades poderiam ser realizadas por um smartphone (com um tela menos confortável) e outras com o notebook (de um maneira menos prática). No cômputo geral fiquei muito contente com o desempenho do iPad e não levarei mais o notebook em outras viagens. O melhor foi poder dispor de todo o poder computacional de uma maneira muito prática e confortável.

  8. Luis Cesar

    Tenho um iPad 2 e ele me atende perfeitamente, pois gosto de ler bastante e acessar a internet. Não tenho a menor necessidade de ter um notebook e meu desktop me atende nas atividades mais pesadas. Agora, se na hora do aperto a pessoa sai vendendo seus bens, isso não quer dizer que um item é desnecessário ou não e sim que essa pessoa precisa rever seus conceitos de consumo e parar de ficar comprando coisas impulsivamente pra depois ficar sem dinheiro. Isso não vale só para o iPad 2 citado na reportagem, mas pra qualquer coisa. Pra mim o tablet caiu de gaiato nessa conversa.

  9. Gaius Baltar

    @Luis Cesar
    O seu comentário sintetizou o que penso. Realmente o tablet foi o primeiro a ser vendido porque talvez sequer deveria ter sido comprado.

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